quarta-feira, 16 de outubro de 2013

7º Ano Top 10 de História



Top 10 da Avaliação de História do 7º Ano
(Parabéns aos alunos que atingiram as melhores colocações)

1º Isabela Moura
2º João Pedro
3º Ana Ester
    Larissa Natiely
5º Gabriel José
    Ianca Emanuely
7º Ricardo Alexandre
8º Pedro Henrique
    Silvio Gabriel
10ºFelipe Wanderson

Obs.: Os demais alunos que não figuraram na lista do Top 10, fica a dica de que é preciso mais estudo e dedicação. Valeu.
Profº Eryvas

sábado, 12 de outubro de 2013

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS



Desejo a todas as crianças desse Brasil, um feliz dia e que Deus esteja sempre de olho nesses pequeninos para que eles possam trilhar uma vida de sucesso e se tornem, grandes conquistadores. Em especial para os meus gêmeos, FELIPE e LEONARDO, que eu os amo de paixão, desejo para eles (meus filhos) e todas as crianças, saúde e vida longa.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013


desejo a todos os amigos

6º Ano (aula sobre a Grécia Antiga)

Questões sobre a Grécia Antiga (respostas no final da página)

1. Sobre a economia da Grécia Antiga é verdadeiro afirmar que:
a-(    ) - Os gregos nunca usaram moedas e toda economia era baseada no sistema de trocas.
b-(     ) - Os gregos possuíam uma economia fechada, as relações comerciais eram restritas às cidades-estado gregas.
c-(    ) - O trabalho assalariado era o mais comum na Grécia Antiga, pois o escravismo nunca foi adotado já que era proibido em todo território grego.
d-(    ) - O comércio marítimo foi uma das principais atividades econômicas da Grécia Antiga.

2. Sobre a religião grega é falso afirmar que:
a-(     ) - Os gregos antigos eram monoteístas, ou seja, acreditavam na existência de apenas um deus.
b-(     ) - Os gregos antigos eram politeístas, ou seja, acreditavam na existência de vários deuses.
c-(      ) - Os gregos antigos faziam consultas aos deuses no oráculo de Delfos.
d-(     ) - Em homenagem aos deuses, principalmente a Zeus (deus dos deuses), os gregos criaram os Jogos Olímpicos.

3. Qual das alternativas abaixo aponta uma importante característica da cultura na Grécia Antiga?
a-(     ) - As artes plásticas na Grécia Antiga não apresentou grande valor artístico, pois as esculturas e pinturas não eram realistas.
b-(     ) - A arquitetura grega foi a principal manifestação cultura da Grécia Antiga, pois recebeu muita influência dos egípcios e mesopotâmicos.
c-(   ) - O teatro foi uma importante manifestação cultural na Grécia Antiga. Nos anfiteatros, os atores gregos representavam comédias e dramas.
d-(     ) - No campo cultural, os gregos se dedicaram quase que exclusivamente às danças e festas musicais.

4. Uma das principais cidades-estado da Grécia Antiga foi Esparta. Qual das alternativas abaixo apresenta características de Esparta?
a-(    ) - Esparta foi uma cidade-estado que se dedicou muito no desenvolvimento intelectual e artísticos dos seus cidadãos.
b-(    ) - Fundada pelos Dórios, Esparta era uma cidade-estado militarista e com uma sociedade estamental (pouca mobilidade social).
c-(     ) - Esparta foi uma cidade pacífica, sendo que não se envolveu em nenhuma guerra em toda sua História.
d-(     ) - Esparta foi fundada pelos jônios e teve no comércio marítimo e na indústria suas principais atividades econômicas.

5. Atenas foi uma importante cidade-estado grega na antiguidade. Qual das alternativas abaixo aponta características importantes da sociedade ateniense.
a-(     ) - Atenas foi uma cidade exclusivamente voltada para a guerra.
b-(     ) - Em Atenas todas as pessoas podiam participar da democracia, inclusive escravos, mulheres e crianças.
c-(   ) - Os atenienses valorizavam muito a democracia, as manifestações artísticas e a Filosofia.
d-(    ) - Atenas possuía uma sociedade igualitária, ou seja, não havia classes sociais e todos viviam com o mesmo padrão de renda.

Respondam com atenção. A correção ocorrerá na próxima aula de história.
visite o blog de Fabiana Batista
http://fabianacienciasvida.blogspot.com.br/
7º Ano (aula sobre a Reforma Religiosa)

Responda:
Questões sobre a Reforma Protestante
1. Qual das alternativas abaixo aponta uma das causas da Reforma Protestante do século XVI?
A - O enfraquecimento da burguesia comercial no século XV.
B - A crise enfrentada pela Igreja Católica desde o final da Idade Média.
C - O fortalecimento das religiões politeístas na Europa desde o começo da Idade Média (século V).
D - A Peste Negra do século XIV que afastou a maioria dos europeus da Religião Católica.

2. De que forma o Renascimento Cultural e Científico influenciou a Reforma Protestante?
A - As descobertas científicas e a valorização da ciência e da razão colocaram em cheque muitas posições da Igreja Católica, abrindo espaço para o surgimento do movimento reformista.
B - As obras de arte do Renascimento não abordavam temas religiosos, deixando de lado os valores cristãos.
C - Os artistas do Renascimento, principalmente Leonardo do Vinci e Michelangelo, organizaram politicamente os reis europeus em prol da Reforma Protestante.
D - Os escritores renascentistas ajudaram Lutero e Calvino na redação dos princípios reformistas.

3. Por que grande parte da burguesia comercial europeia apoiou a Reforma Calvinista?
A - Porque os burgueses tinham grande interesse no enfraquecimento da Igreja Católica, na ressurgimento da Ciência e na volta do sistema feudal de produção.
B - Porque a burguesia comercial tinha interesses na compra das terras da Igreja Católica em toda Europa.
C - Ao contrário da Igreja Católica, o Calvinismo não condenava as práticas econômicas e financeiras que visavam o lucro.
D - Porque os membros da Igreja Calvinista, além do próprio Calvino, poderiam ajudar financeiramente os burgueses em suas atividades comerciais.

4. Sobre a Reforma Luterana é correto afirmar:
A - A Reforma Luterana teve início na Inglaterra e teve forte apoio dos camponeses e monges franciscanos.
B - A Reforma Luterana foi idêntica à Reforma Calvinista, pois ambas eram contrárias a grande parte dos valores cristãos.
C - Lutero condenou os dogmas da Igreja Católica, a venda de indulgências e defendeu a ideia de que a salvação do homem ocorria pelos atos praticados em vida e pela fé.
D - Ela teve pouco impacto na Europa no século do século XVI, pois quase ninguém aderiu aos ideais de Martinho Lutero.

5. Sobre a Contra-Reforma (reação da Igreja Católica à Reforma Protestante) é correto afirmar que:
A - O movimento contra-reformista não teve o apoio do papa e dos bispos católicos, pois eles acreditavam que não havia nada o que fazer para evitar o avanço do protestantismo na Europa.
B - Ela conseguiu enfraquecer e terminar com todas as religiões protestantes já no século XVI.
C - Ela conseguiu instalar a paz religiosa na Europa, evitando qualquer tipo de perseguição ou conflito religioso.
D - Ela retomou o Tribunal do Santo Oficio, determinou a catequização de indígenas nas terras descobertas e criou o Índice de Livros Proibidos.

Na próxima aula, divulgo o gabarito. Bom teste. 
6º Ano (aula sobre a Grécia Antiga)
Revejam o video e estudem para o primeiro teste da 4ª unidade.ok.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

9º Ano (aula de 07/10) A Descolonização da África



O Processo de Descolonização da África

Assim como a América do Sul e Central e Ásia, a África também foi colonizada pelos europeus, fato comum entre os citados é que todos foram colônias de exploração. A divisão do continente para exploração ocorreu na Conferência de Berlim, na Alemanha em 1885, nessa fizeram parte Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. A partir dessa conferência ficou definida a divisão geográfica dos respectivos territórios a serem explorados. O processo de exploração das colônias africanas durou muito tempo, as consequências atuais são derivadas de vários fatos históricos, sobretudo, da exploração. 
No início do século XX, somente a Libéria havia alcançado a independência política em todo continente, isso prova o grau de dependência em relação às metrópoles e também o nível de atraso em desenvolvimento tecnológico, industrial e econômico em comparação aos outros continentes. O processo de independência das colônias em relação às metrópoles europeias é denominado historicamente como descolonização.

Doravante a esse período, teve início uma modesta iniciativa de instaurar a independência e autonomia política das colônias, os primeiros a contemplar tal feito foi o Egito nos anos 20, além da África do Sul e Etiópia, ambos nos anos 40. Um dos fatos que mais favoreceu o processo de descolonização da África foi sem dúvida a Segunda Guerra Mundial que ocorreu na Europa entre 1939 e 1945. Como esse conflito armado que aconteceu no continente europeu o mesmo sofreu com a destruição e o declínio econômico.

O enfraquecimento econômico e político de grande parte dos países europeus, especialmente aqueles que detinham colônias na África, foram aos poucos perdendo o controle sobre os territórios de sua administração. Esse fato deixa explícito que a perda de territórios se desenvolveu somente pelo motivo de reconstrução que muitos países necessitavam executar, assim não podendo designar forças e recursos para o controle das metrópoles. Aliado à questão da guerra, surgiram grupos e movimentos que lutavam em busca da independência política, essa onde libertaria se dispersou por todo o continente e perdurou por vários anos. Posteriormente, o resultado foi a restituição dos territórios e surgimento de pelo menos 49 novas nações africanas.

Porém, a luta pela independência se intensificou na década de 60, sempre marcada pelo derramamento de sangue, uma vez que nunca havia atos pacíficos. Mesmo com todas as adversidades, os países foram alcançando sua independência política, no entanto, a divisão dos territórios ficou definida a partir da concepção europeia que não levou em consideração as questões de ordem étnicas e culturais, desatenção que desencadeia uma série de conflitos em distintos lugares da África, isso por que antes dos europeus as tribos tinham suas próprias fronteiras e todos se respeitavam. Com a instauração das novas fronteiras algumas tribos foram separadas, grupos rivais agrupados, entre outros fatos que colocaram em risco a estabilidade política na região.

Depois de longas décadas de lutas para alcançar a autonomia política e econômica, hoje a África conta com 53 territórios independentes, salvo o Saara Ocidental, que é um território de domínio do Marrocos.

8º Ano (aula do dia 07/10) A CONSOLIDAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



A CONSOLIDAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL


 


 Dom Pedro o defensor do Brasil
A situação do Brasil permaneceu indefinida durante o ano de 1821. No final desse ano, um fato novo redefiniu a situação: chegaram ao Rio de Janeiro decretos da corte que exigiam a completa obediência do Brasil às ordens vindas da metrópole. No dia 9 de dezembro de 1821, o governo brasileiro voltou a ser dependente de Portugal. Dom Pedro recebeu ordens para voltar a Portugal, mas o Partido Brasileiro, grupo formado por grandes fazendeiros, comerciantes e altos funcionários públicos, o convenceu a ficar. O regente recebeu listas com assinaturas de cerca de 8.000 pessoas pedindo que ele permanecesse no país. Em 9 de janeiro de 1822, apoiado pelas províncias do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, dom Pedro decidiu permanecer. Ele foi à sacada e disse: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico!". Essa data ficou conhecida como o Dia do Fico.
Portugal não aceitou pacificamente a decisão de Dom Pedro. As tropas portuguesas sediadas no Rio de Janeiro tentaram força-lo a embarcar, o povo reagiu em defesa de Dom Pedro. Pressionados essas tropas voltaram para Portugal.
D. Pedro recusou-se a partir. Momentos decisivos para a independência
Dom Pedro estimulado pelo entusiasmo popular tomou novas decisões. Primeiramente reformou o ministério dando-lhe força e unidade. Para isso nomeou a 16 de janeiro de 1822, José Bonifácio de Andrada e Silva Ministro dos Negócios do Interior, da Justiça e dos Estrangeiros. Em 04 de abril aconselhado por José Bonifácio decretou que as ordens vindas de Portugal, só teriam valor se aprovadas por ele, como isso, enfrentando as exigências das cortes.
Em 03 de junho de 1822, convocou uma Assembleia Nacional Constituinte para fazer as novas leis do Brasil. Isso significava que, definitivamente, a independência do Brasil estava próxima e os brasileiros fariam as próprias leis. Para o Parlamento português (denominado Cortes) não poderia haver desobediência maior.
As agitações populares tomaram conta das ruas nas principais cidades brasileiras. E em 1º de agosto Dom Pedro dirigiu um manifesto aos brasileiros, convocando-os a se unirem. Em 06 de agosto, dirigiu outro manifesto às nações exigindo o reconhecimento, pelos outros povos, dos direitos do Brasil.
No dia 14 de agosto, Dom Pedro partiu para a província de São Paulo que se encontrava agitada por lutas internas. A regência ficou entregue à sua esposa dona Leopoldina. Durante a sua ausência, chega ao Rio de Janeiro uma carta das Cortes Portuguesas, na qual exigia a volta imediata de Dom Pedro à Portugal e a anulação da convocação da Assembleia Nacional Constituinte.
Leopoldina e José Bonifácio enviaram um correio para levar essa carta a Dom Pedro. José Bonifácio e Leopoldina enviam outra carta, cada um reforçava a ideia de que havia chegado a hora de tomar uma decisão. A proclamação da Independência é considerada necessária por D. Leopoldina e o conselho do Estado.
A Proclamação da Independência do Brasil
Dom Pedro estava voltando à São Paulo, após uma viagem a Santos. Era 16 horas e 30 minutos do dia 07 de setembro de 1822, quando o correio alcançou Dom Pedro nas margens do rio Ipiranga e entregou-lhe as cartas. Ele começou a lê-las.
Eram uma instrução das Cortes portuguesas, uma carta de Dom João VI, outra da princesa e um ofício de José Bonifácio. Todos diziam a mesma coisa: que Lisboa rebaixava o príncipe a mero delegado das Cortes, limitando sua autoridade às províncias, onde ela ainda era reconhecida. Além disso, exigiam seu imediato regresso a Portugal, bem como a prisão e processo de José Bonifácio. A princesa recomendava prudência, mas José Bonifácio era alarmante, comunicando-lhe que além de seiscentos soldados lusitanos que já haviam desembarcado na Bahia, outros 7 mil estavam em treinamento para serem colocados em todo o Norte do Brasil. Terminava afirmando: "Só existem dois caminhos: ou voltar para Portugal como prisioneiro das cortes portuguesas ou proclamar a Independência, tornando-se imperador do Brasil".
Dom Pedro sabia que o Brasil esperava dele uma atitude. Depois de ler, amassou e pisoteou as cartas, montou seu cavalo e cavalgou até às margens do Ipiranga e gritou à guarda de honra: "Amigos, as cortes de Lisboa nos oprimem e querem nos escravizar... Deste dia em diante, nossas relações estão rompidas".
Após arrancar as insígnias de cores azuis e brancas de seu uniforme, o príncipe sacou a espada e gritou: “Por meu sangue, por minha honra e por Deus, farei do Brasil um país livre", em seguida, erguendo a espada, afirmou: "Brasileiros, de hoje em diante nosso lema será: Independência ou Morte!". Momento em que D. Pedro proclama a Independência do Brasil nas margens do Rio Ipiranga em São Paulo. A notícia se espalhou por todo o Brasil. O povo cantou e dançou nas ruas. O Brasil não era mais uma nação acorrentada. No dia seguinte, iniciou a viagem de retorno ao Rio de Janeiro. Na capital foi saudado como herói. No dia 1º de dezembro de 1822, aos 24 anos, foi coroado imperador do Brasil e recebeu o título de Dom Pedro I.

As guerras pela Independência do Brasil
A Independência havia sido proclamada, mas nem todas as províncias do Brasil puderam reconhecer o governo do Rio de Janeiro e unir-se ao Império sem pegar em armas. As Províncias da Bahia, do Maranhão, do Piauí, do Grão-Pará e, por último, Cisplatina, dominadas ainda por tropas de Portugal, tiveram que lutar pela sua liberdade, até fins de 1823.
Na Bahia, a expulsão dos portugueses só foi possível quando Dom Pedro I enviou para lá uma forte esquadra comandada pelo almirante Cochrane, para bloquear Salvador. Sitiados por terra e por mar, as tropas portuguesas tiveram finalmente que se render em 02 de julho de 1823. Após a vitória na Bahia, a esquadra de Cochrane, seguindo para o norte, bloqueou a cidade de São Luís. Esse bloqueio apressou a derrota dos portugueses não só no Maranhão, mas também no Piauí.
Do Maranhão um dos navios de Cochrane continuou até o extremo norte, e, ameaçando a cidade de Belém, facilitou a rendição dos portugueses no Grão-Pará. No extremo Sul, a cidade de Montevidéu, sitiada por terra e bloqueada por uma esquadra brasileira no rio da Prata teve de se entregar. Com o reconhecimento da Independência pela Cisplatina completou-se a união de todas as províncias, sob o governo de Dom Pedro I, firmando assim o Império Brasileiro.
O reconhecimento da Independência do Brasil
Unidas todas as províncias e firmado dentro do território brasileiro o Império, era necessário obter o reconhecimento da Independência por parte das nações estrangeiras. A primeira nação estrangeira a reconhecer a Independência do Brasil foram os Estados Unidos em maio de 1824. Não houve dificuldades, pois os norte-americanos eram a favor da independência de todas as colônias da América. (Independência dos EUA)
O reconhecimento por parte das nações europeia foi mais difícil porque os principais países da Europa, entre eles Portugal, haviam-se comprometido, no Congresso de Viena em 1815, a defender o absolutismo, o colonialismo e a combater as ideias de liberdade.
Entre as primeiras nações europeias apenas uma foi favorável ao reconhecimento do Brasil independente: a Inglaterra, que não queria nem romper com seu antigo aliado, Portugal, nem prejudicar seu comércio com o Brasil. Foi graças à sua intervenção e às demoradas conversações mantida junto aos governos de Lisboa e do Rio de Janeiro que Dom João VI acabou aceitando a Independência do Brasil, fixando-se as bases do reconhecimento. A 29 de agosto de 1825, Portugal, através do embaixador inglês que o representava, assinou o Tratado luso-brasileiro de reconhecimento. O Brasil, entretanto, teve que pagar a Portugal uma indenização de dois milhões de libra esterlinas, e Dom João VI obteve ainda o direito de usar o título de Imperador do Brasil, que não lhe dava, porém qualquer direito sobre a antiga colônia.
A seguir as demais nações europeias, uma a uma, reconheceram oficialmente a Independência e o Império do Brasil. Em 1826 estava firmada a posição do Brasil no cenário internacional.
Enquanto o Brasil era colônia de Portugal, o Brasil enfrentou com bravura e venceu os piratas, os franceses e os holandeses. Ocorreram muitas lutas internas e muitos perderam a sua vida para tentar tornar seu país livre e independente de Portugal. Essa luta durou mais de trezentos anos. O processo da Independência foi muito longo e por ironia do destino foi um português que a proclamou.
Em 07 de Setembro de 1822, Dom Pedro filho do rei de Portugal Dom João VI, pressionado pelas Cortes de Lisboa para retornar a imediatamente para Portugal, pois os interesses das Cortes eram a recolonização do Brasil e também sofrendo pressões do povo brasileiro ele às margens do Ipiranga proclama a independência do Brasil e definitivamente separando-se de Portugal.
Porém a independência do Brasil não ocorreu em todas as províncias do Brasil, as províncias da Bahia, do Maranhão, do Piauí, do Grão-Pará e da Cisplatina, ainda estavam dominadas pelos portugueses e precisaram de muitas lutas para que elas tornassem também independentes. Essas lutas se estenderam até 1823.
Depois de todas as províncias estarem independentes, houve a necessidade do reconhecimento da Independência por parte das outras nações. O primeiro país da América a reconhecer a nossa independência foi os Estados Unidos. Os países europeus o reconhecimento foi mais difícil, e o Brasil teve até que pagar uma indenização à Portugal, depois de demoradas conversações a Independência do Brasil foi reconhecida por todas as nações europeia e em 1826 o Brasil firmou sua posição de país independente no cenário internacional.
Mais será que o Brasil conseguiu realmente a sua independência? Acho que a resposta é sim e não ao mesmo tempo. Porque o Brasil atualmente tem seu governo, formado por brasileiros, e não é mais uma colônia de outro país. Mas por outro lado ele ainda continua dependendo dos outros países, possuindo uma dívida externa muito alta. Os estrangeiros continuam invadindo o nosso país montando empresas estrangeiras em nosso país, e com isso as nossas riquezas acabam indo para fora enquanto isso nosso país continua tento desemprego, pessoas miseráveis, baixo salários, etc., e os países que aqui se estalam quase não pagam impostos e enviam grandes remessas de dinheiro para seu país de origem deixando ele cada vez mais rico à custa de nosso país.
Por tudo isso, ainda falta muita coisa para a total independência do Brasil, e para isso acontecer muita coisa precisa ser mudada em nosso país. As riquezas produzidas com o trabalho do brasileiro devem contribuir para elevar o nível de vida da nossa população, a vida dos brasileiros deve ser mais respeitada e protegida e para isso ainda temos que lutar muito ainda para que possamos conseguir realmente a nossa total independência.
Por: Andrea Karina Casaretto